Mad Humans: Singular Fame
(AVISO: todas as capas e ilustrações são feitas por mim, sem nenhum auxílio de I.A)
"Desejos nada significam sem sacrifícios."
Bryan Wizeman queria ser famoso desde criança. Uma noite, uma cama mágica apareceu em seu quarto e o levou para as estrelas. Lá, uma Entidade cósmica quebrou as correntes de sua alma e o transformou em um Singular: alguém que só existe através de conexões humanas.
Ao retornar, sua existência anterior havia sido apagada. A única que ainda lembrava dele era Estela Cybra; uma garota de olhos profundos que também esteve na abdução. Ela lhe deu um celular vermelho rachado como presente.
Mas Bryan a traiu.
Sete anos se passaram.
Bryan agora tem 17 anos e 100 milhões de seguidores. É o Singular mais famoso do mundo, capaz de hipnotizar multidões com o seu poder de influência, e ao mesmo tempo, sobreviver a qualquer perigo devido a sua Imortalidade Quântica. Sua mera existência desafia a lógica. Mas por trás do sorriso para as câmeras, ele está vazio.
Estela se tornou a Autômato-Mestre, uma lenda das periferias que controla robôs e pune criminosos que a lei esquece. Ela monitora cada passo de Bryan, enquanto esconde o rosto por uma máscara demoníaca.
O mundo que eles habitam é hostil. Singulares são temidos e segregados em cidades como Singularis.
A CSP foi criada para controlá-los, mas está infestada por eles.
Um culto misterioso venera os Singulares como "o vento" que os humanos perseguem. Entre eles está Myrtus, o apresentador do show de Bryan, um manipulador que esconde poderes aterrorizantes sob sua máscara de aranha.
Quando um atentado durante o maior show de Bryan revela forças ocultas que estão em movimento, os caminhos de Bryan e Estela começam a convergir novamente.
Agora, o culto de aranhas quer sua alma.
"Conexão é poder. Esquecimento é morte."
Mad Humans: Singular Fame não é uma história sobre heróis. É sobre o preço de ser visto; e o que sobra quando você retira a própria máscara.