A Noiva Fugitiva do Bilionário
Emily Danzi tem sido perseguida por um homem desequilibrado durante a maior parte de sua vida adulta. Ela pensou que o tinha deixado para trás quando se mudou para a costa oeste do Canadá, mas, em uma noite chuvosa, ele a alcança. Emily encontra uma solução temporária ao fazer com que um completo estranho finja ser seu namorado.
Byron Pomeroy, o homem que estava prestes a acabar com a própria vida pulando de uma ponte, afugenta o perseguidor dela, mas traz complicações quando ela descobre o quão profundamente atormentado ele é, apesar de sua enorme riqueza. Emily quer ajudá-lo em troca, mas precisa enfrentar a mãe dominadora de Byron e uma jornalista ardilosa que quer Byron para si e que destruirá a reputação de qualquer um que entrar em seu caminho.
“Isso pode não ser fácil”, começou Byron, “considerando o que posso chamar com segurança de nossa atração mútua.”
Sentada à mesa em frente a ele, Emily não podia negar. Era bom que a mesa os separasse, porque ela estava tentada a estender a mão e acariciar os belos contornos de seu rosto. Ela se perguntou qual seria a sensação de beijá-lo. De repente, percebeu que Byron estava dizendo algo, enquanto ela estava completamente distraída por sua aparência de deus.
“...então, talvez você queira fazer alguma sugestão?”, ele perguntou.
“Sugestões?”, ela repetiu.
“Sobre nosso novo acordo.”
“Ah, claro”, disse ela, nervosa. “Não, pode começar.”
“Tudo bem.” Ele sorriu como se soubesse que ela estivera admirando sua aparência. “Vamos começar com as demonstrações públicas de afeto. Até onde estamos dispostos a ir?”
“Hum...” Emily não havia pensado nisso.
Ele pegou a mão dela e a acariciou com o polegar, um toque leve e provocante.
“Isso estaria tudo bem?”, ele perguntou.
Emily assentiu, imaginando como conseguiria suportar aquilo sem se render ao seu charme.
“E quanto a abraçar?”, ele continuou.
“Abraçar...” Emily pigarreou, nervosa.
“Precisamos dar algo para os jornalistas falarem”, disse ele, embora Emily suspeitasse que essa não era a única razão pela qual ele queria se aproximar dela.
“Abraçar estaria bom.”
“Imagino que beijar estaria fora de questão?” Seu olho brilhou misteriosamente enquanto seus lábios se curvavam em um sorriso malicioso.
“Eu... não pensei sobre isso”, disse Emily. “Beijar na bochecha talvez seja permitido.”
“Então, nada de beijo nos lábios?”, ele perguntou. Todo o seu olhar parecia dizer: “experimente, você pode gostar”.
Com o corpo derretendo de desejo, Emily manteve-se firme neste ponto. “Nada de beijo nos lábios.”
AVISO: Este romance contém descrições de depressão suicida e perseguição (stalking).