Super Docteur Insensé de la Déesse
"Coquin, je vais sortir pour faire quelque chose, donc je ne peux plus m'occuper de toi. Tu peux descendre de la montagne et t'amuser. Mais si tu ne trouves pas quelqu'un qui correspond à ton Corps Inné Pure Yang en trois ans, tu es fini!"
Ce sont les derniers mots que l'ancien, qui était le professeur de Yang Luo, lui jeta avant de disparaître. Pendant ce temps, ayant maîtrisé la plupart des compétences de son maître, Yang Luo descendit de la montagne et fit son premier pas dans la civilisation pour la première fois en des années.
Avec ses compétences médicales et ses arts martiaux inégalés, il se lance dans un voyage, se liant d'amitié avec de nouveaux alliés et écrasant tous les ennemis qui se dressent sur son chemin, alors qu'il tente de résoudre sa constitution de Corps Inné Pure Yang, et de cultiver jusqu'au sommet du monde!
Shi Nian Ying Huo · Urban
É surreal como, ao pular para DxD, parece que a qualidade decai em diversos aspectos. Em HP, ainda existia um interesse em desenvolver um enredo consistente; já em DxD, muita coisa acontece simplesmente "porque sim". Isso vale tanto para o relacionamento da protagonista com as pessoas ao seu redor quanto para a inteligência dos personagens secundários, que muitas vezes parece existir apenas para mover a trama. Minha maior decepção, porém, foi o harém. Tanto o relacionamento inicial entre a protagonista e Bellatrix quanto a própria dinâmica do harém me frustraram. Eu realmente esperava algo menos focado em pose e quantidade, e mais na construção de relacionamentos genuínos. No fim, acabou virando apenas um empilhamento de mulheres, como se fossem conquistas para a protagonista colecionar, em vez de pessoas com vínculos reais. Outra coisa que me chamou atenção foi a questão da feminilidade da protagonista. Antes, ela não permitia que questionassem isso; em DxD, porém, parece simplesmente não se importar mais. Talvez exista uma explicação e eu só não tenha percebido, mas essa foi a impressão que tive. No geral, essa é minha maior decepção com a história: a decisão de transformar o harém em uma coleção de interesses amorosos, em vez de desenvolver relações que realmente transmitam afeto e cumplicidade. Ainda espero encontrar uma história de harém em que o amor venha antes da competição. E, antes que alguém diga, eu tenho plena consciência do tom da obra, especialmente considerando a escolha da Magia Baiser. Ainda assim, isso não muda minha crítica. Posso simplesmente estar deixando passar alguma coisa, mas foi essa a sensação que a leitura me passou.