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Projeto Aria

Penulis: Daoist0eBjAG
Fiksi ilmiah
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Ringkasan

"Relembre o passado para voltar à realidade..." Duas garotas acordam em um lugar que desafia as leis da física e vai contra a realidade comum. Elas não sabem como chegaram lá, não se lembram de suas identidades e descobrem que para sair de lá, é necessário passar nas provas dos observadores. Sem nenhuma informação adicional tudo que elas podem fazer é continuar seguindo as regras. Será que elas conseguirão sair dessa loucura? Se gostarem, por favor deixem seus votos e me ajudem a ser encontrada!

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Chapter 1Um mundo desconhecido

O som extremamente alto de um relógio ressoou na cabeça da jovem enquanto recuperava os sentidos aos poucos. "Estava dormindo no chão?" Se perguntou. A superfície rígida debaixo de si fez com que abrisse os olhos e a dor latejante na cabeça a impediu que se levantasse de imediato. Desnorteada, teve dificuldades em perceber a paisagem ao redor, piscou algumas vezes até conseguir focar a visão no céu a sua frente. 

Observando o infinito véu, percebeu que estava escuro e estrelado, de uma forma que ela nunca pensou que seria capaz de ver antes e isso a deixou maravilhada. Estrelas assim não podiam ser vistas de onde veio. Mas... de onde veio mesmo? Sua cabeça doeu um pouco mais. "Onde estava?" Resolveu olhar ao redor e virou o rosto para o lado. Um momento de surpresa a pegou em cheio e ela se levantou com dificuldade enquanto ignorava a dor que martelava em sua cabeça como um tambor.

— Mas que lugar... — Não conseguiu deixar de murmurar enquanto observava a paisagem surreal debaixo daquelas estrelas brilhantes.

O ambiente estava iluminado apenas pelo céu deslumbrante. No lugar em que se encontrava, tudo que podia ver estava fora da sua realidade e isso de alguma forma a deixou ansiosa.

Lindos vales e morros verdes se estendiam até onde a vista alcançava e um rio corria ao fundo da paisagem, mas a parte comum se acabava aí. Torres flutuantes de dominós também se estendiam para além do horizonte e em tamanhos diferentes. Haviam árvores constituídas de cubos em degradê que mostravam ícones em cada face, como se fossem outdoors. Em algumas torres, havia plataformas onde se podia ver algo como uma grande caixa de sapato aberta sobre o topo delas, que ficavam coloridas com essas árvores florescentes e diversos cubos que funcionavam como lanternas flutuando ao redor. Dentro das "caixas", havia máquinas como fliperamas e outras miudezas que ela não conseguia distinguir de longe. 

Ela começou a rir se deixando levar um pouco pelo desespero. 

Não fazia ideia de onde estava e o lugar era surreal demais para acreditar. Continuou rindo enquanto girava para olhar onde ela mesma se localizava. Havia o mesmo design das plataformas anteriores e se parecia com uma caixa de sapato aberta, onde estavam do lado de dentro com diversas bonecas de pano e almofadas enfeitadas com puzzles de tamanhos diferentes recostadas ao fundo do tablado. Com tantas almofadas, como exatamente ela foi parar dormindo no chão? A risada acabou no mesmo instante em que notou outra pessoa caída inconsciente no chão no meio da plataforma.

Correndo o mais rápido que sua dor de cabeça permitia, ela chegou até a pessoa e se ajoelhou à sua frente. Era uma garota e deveria ter por volta de 20 anos! Ela tinha cabelos ondulados castanho escuros e pele clara, vestia calça e blusa de mangas compridas de moletom brancos. Ambas estavam descalço. Sua primeira reação foi observar para ver se ela estava respirando. Um suspiro de alívio deixou a sua boca ao perceber que o abdômen da garota fazia o movimento de subir e descer.

— Ei — chamou enquanto dava uns empurrõezinhos na tentativa de fazê-la acordar. 

— Olá??? — repetiu o chamado com a esperança de alguma reação.

Sentimentos de solidão e nervosismo começaram a incomodá-la.

— ACORDA! — gritou empurrando a garota com força dessa vez, ignorando todas as recomendações médicas para casos semelhantes. 

Sua cabeça doeu ao pensar sobre isso.

— Argh — grunhiu a jovem.

A garota acordou depois do grito claramente sentindo uma forte dor de cabeça, igual à que a outra sentiu momentos atrás. Esta, teve a dor indo embora pro esquecimento assim que se ajoelhou pra acordar sua companhia inesperada. Diferente dela, a primeira reação da outra jovem foi de se sentar, independente da dor de cabeça e com muita dificuldade, ela abriu os olhos ainda meio tonta e observou um pouco do lugar ao redor. Estupefata a garota tinha um olhar de surpresa e um pouco de confusão no rosto. 

— Mas onde estou? — murmurou.

 

Enquanto se levantava com dificuldade, a menina percebeu a forte dor no corpo por ter dormido no chão.

— Ela também não sabe — sussurrou a outra desanimada.

Isso fez com que a garota se virasse para a observar um pouco. A moça que havia acordado primeiro tinha lindos olhos e cabelos dourados, que pareciam brilhar refletindo a luz das estrelas. E sua pele pálida e corpo magro debaixo daquele vestido branco simples a fazia parecer ter saído de um conto de fadas. Apesar disso, carregava uma expressão triste e a testa franzida.

— Onde estamos? — perguntou a jovem de cabelos escuros olhando ao redor assustada.

— Não sei... 

A loira se voltou em direção à borda para olhar em que tipo de plataforma estavam exatamente. 

— Minha cabeça dói... — reclamou a garota.

Sentindo uma dor de cabeça excruciante, a jovem de cabelos escuros tentou se lembrar de alguma coisa. Seu coração estava acelerado, sentia que a boca havia secado, mas não conseguia se lembrar sequer do próprio nome.

— Qual o seu nome? — perguntou conferindo o estado da companhia com relação ao assunto.

Nesse momento a loira se deu conta dessa verdade simples que não havia percebido e respondeu balançando a cabeça em negativa. Nenhuma delas fazia ideia de qual era seu nome e nem se lembravam de como haviam ido parar ali.

— Você sabe como viemos parar aqui? — lançou a pergunta angustiada.

A loira riu da pergunta por algum motivo e se virou pra olhar a garota atrás dela.

— Acha mesmo que quem não sabe o próprio nome lembraria? 

A resposta tinha uma estrutura ignorante e sarcástica, mas o tom era ansioso, quase desesperado e a expressão melancólica.

— Então que espécie de lugar é esse... — divagou um pouco a outra jovem se sentindo em desalento.

 Ela andou até a borda contrária a que a de olhos dourados estava.

— Você está acordada a muito tempo? — perguntou tentando se acalmar de alguma forma.

— Não estou, na verdade eu acordei pouco antes de você.

— Pouco antes de mim? — A garota repetiu a informação quando estava próxima da borda da plataforma. Quando viu a altura em que estavam, se engasgou e parou de falar.

— Sim, eu te empurrei com força pra você acordar...

Neste momento a loira ponderava um pedido de desculpas e sem palavras nem para comentar a afirmação dela, nem para comentar a vista a sua frente, a garota de cabelos castanhos ficou em silêncio.

Um silêncio desconfortável se instalou entre as duas enquanto observavam as bordas da plataforma. Era exatamente como uma caixa de sapato e ela também estava flutuando em uma longa torre de dominós! Não era possível ir para o chão pela torre porque os dominós não estavam ligados fisicamente uns aos outros e o piso estava fracamente iluminado por cubinhos flutuantes que faziam papel de mini lâmpadas. 

A garota de cabelos castanhos caminhou para o canto, onde poderia ficar longe das beiradas que não tinham guarda corpo, um pouco nervosa. Perto da parede, entre as almofadas havia algo lhe chamando a atenção.

— Ei, Goldie! — chamou a garota de cabelos escuros recuperando-se um pouco do choque e tentando melhorar a situação.

A garota loira virou pra ela com uma cara confusa. 

— Me chamou?

— Já que não temos nomes, vou te chamar de Goldie porque seus olhos e cabelos são dourados. — disse com a tentativa de um sorriso.

— Não é dourado, é âmbar... — disparou antes de perceber que havia se lembrado de algo mínimo, antes de terminar num sussurro. —  âmbar...? —  âmbar é uma das 5 cores de olhos mais raras no mundo e seu olho tinha essa cor. Era tudo que tinha conseguido se lembrar. — Então vou te chamar de Cacau! — terminou.

— Por qual motivo escolheu Cacau? — perguntou, um pouco mais calma com a interação.

— Porque é com cacau que se faz chocolate... — Mais uma informação veio e se foi da mente dela num instante, então um pouco de dor começou a incomodar acima dos olhos. — Seu cabelo tem cor de chocolate... — terminou.

— Chocolate... — repetiu Cacau enquanto pensava no assunto. Cacau se lembrou do que era chocolate e sentiu fome em resposta à memória.

— Por que me chamou? — Goldie perguntou enquanto se aproximava dela.

— Ah! Acho que achei uma porta... — Cacau apontou atrás das almofadas e do monte de bonecas de pano, algo que parecia ser o esquadro de uma porta.

Retirando com dificuldade uma multidão de bonecas de pano da frente, Cacau e Goldie revelaram a pequena porta que a garota havia descoberto.

— Bom trabalho! — Elogiou Goldie gentilmente.

— Obrigada... Eu acho. 

Finalmente, Goldie pôs a mão na maçaneta para abrir a porta e a puxou, infelizmente só para descobrir que estava trancada. Elas não conseguiram evitar um suspiro de decepção. Sem se entregar ao desânimo, Goldie decidiu olhar em volta e começou a buscar em cada canto uma forma de abrir aquela porta.

— O que está fazendo? — perguntou Cacau, perceptivelmente melhor, depois do esforço.

— Procurando uma forma de abrir essa porta...

— Mas ela nem tem fechadura! — respondeu tentando abrir a porta mais uma vez, porém seu esforço foi em vão e ela não se moveu nem um milímetro.

Goldie a ignorou e continuou a retirar as bonecas e as almofadas do lugar, jogando-as no meio do pátio, com dificuldade, pois eram mais pesadas do que pareciam. As almofadas em forma de puzzle combinavam bem com a decoração dos azulejos no chão. "Azulejos no chão?" pensou. Parou de jogar as almofadas a esmo e decidiu olhar com mais cuidado para onde estavam pisando. As almofadas tinham cores e formas idênticas aos azulejos debaixo dos seus pés. 

— Poderia isso... — murmurou para si mesma.

— O que foi? — perguntou Cacau percebendo que ela havia parado de trabalhar. — Achou alguma coisa?

— Não exatamente.

Nesse momento Goldie estava reorganizando as almofadas em cima dos azulejos correspondentes ao formato e cores delas no chão. 

— Parece um quebra cabeça — Cacau observou enquanto ela trabalhava. 

As duas se deixaram levar pela curiosidade e colocaram todas as almofadas nos seus respectivos lugares. Nem todos os azulejos em formato de puzzles haviam sido preenchidos e isso deixou algo parecido como um caminho para elas andarem da porta até a extremidade da caixa. 

— Acha que devemos seguir esse caminho? — perguntou Cacau duvidosa.

— Talvez... Melhor do que nada, não é mesmo?! — falou Goldie já seguindo azulejo por azulejo até chegar ao último na extremidade da caixa. 

Olhou ao redor e nada aconteceu.

— Não acho que esses azulejos signifiquem alguma coisa... — disse Cacau e voltou a olhar dentre as bonecas espalhadas nos cantos pra ver se achava alguma pista. 

Goldie andou quadrado por quadrado enquanto observava Cacau mexendo com as bonecas. Quando chegou no último quadrado do caminho, a porta se abriu sozinha. Então imediatamente Cacau gritou:

— A porta abriu! Como você fez isso?

Goldie olhou para porta, então olhou ao redor e o caminho estava todo aceso por onde havia andado, ela nem mesmo havia se dado conta disso enquanto caminhava. Cacau correu até a porta e a abriu. Na frente delas havia um enorme caminho de dominós flutuantes que giravam em espiral. O movimento de girar permitia que houvesse uma passagem em direção à outra plataforma, mas se perdessem a hora de trocar para outro dominó, elas com certeza cairiam. E pra completar, tudo que havia abaixo dos dominós era um grande precipício a uma altura assustadora até que se pudesse chegar ao chão.

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Amor zumbi (livro 2 em 1)

2 em 1 Livro 1: Love and Zombies Eu não tenho piedade dos zumbis. Para mim, eles são apenas alvos para as minhas balas. Mas a minha vida muda quando eu recebo uma proposta irrecusável: se eu salvar um grupo de jovens de uma horda de mortos-vivos, eu ganharei a minha liberdade e uma fortuna. Para isso, eu tenho que trabalhar com uma equipe de estranhos, incluindo um zumbi. Ele se chama Dylan e usa uma máscara para esconder a sua boca. Ele não é como os outros zumbis, ele é gentil e protetor. Será que eu estou ficando maluca por sentir algo por ele? Ou será que ele é mais do que um simples zumbi? Livro 2: Love and Death Um ano se passou desde a explosão no ninho dos zumbis. Dylan nunca desistiu da mulher que lhe deu uma segunda chance de voltar a ser humano. Desde o momento em que acordou, ele não parou de procurá-la. Agora, após um ano de busca incansável, ele finalmente encontra a mulher que conquistou seu coração, mesmo quando ele ainda estava morto. Porém, ao encontrá-la, Dylan é surpreendido, ou talvez abençoado por um milagre. Reencontrar o ex-zumbi que transformou sua vida era tudo o que Charlotte desejava, mas ela nunca poderia imaginar que aquele que mais a odiava um dia passaria a amá-la. Dois irmãos agora estão apaixonados pela mesma mulher, e ambos estão dispostos a compartilhá-la para garantir a felicidade de todos. Mas será que Charlotte pensa da mesma forma que eles? Um passado que ela acreditava estar enterrado volta à tona, abalando não só seu mundo, mas também o daqueles ao seu redor. Segredos antigos podem ser sua maior ameaça. Será que Dylan terá força suficiente para lutar pela mulher que prometeu amar e proteger?

Autora_Kanon · Fiksi ilmiah
Peringkat tidak cukup
38 Chs

SOMOS AQUELES QUE NÃO EXISTEM

Suzana é uma secretaria que vive no Anel Lunar entre a ordem de despejo e sapatos novos quando um homem literalmente entra em sua vida abruptamente pouco antes de se mudar para a Terra que agora é um planeta hinóspito e isso não era o que ela esperava para um encontro naquele dia. Um criador de lagartos vai até a cidade mais próxima para vender sua colheita e negociar umas terras sem esperar que suas entranhas fossem derretidas por um estranho homem depois de um tiroteio na frente do bar, aparentemente por seu mais fiel funcionário. Agora, resta a seu filho voltar a cidade para reclamar seu corpo e contratar o melhor caçador de recompesas para fazer justiça e isso não tem qualquer ligação com Suzana. Pelo menos não até ela acordar no meio do deserto, no planeta Terra onde nunca estivera, sem nenhuma memória de como havia ido parar ali. E como se isso não fosse problema o bastante, tem alguma coisa errada com o corpo em que ela está. Em um futuro onde uma guerra contra os artificiais transformou a Terra em um planeta desprezado e cheio de misterios que podem ou não ser verdade os humanos migraram para o Anel lunar e a Lua. Uma secretaria que mora em um nivel não tão abastado do Anel Lunar vai ver sua vida mudar completamente depois que um encontro com o que poderia ser o homem dos seus sonhos termina a colocando no deserto do planeta sem que possa se lembrar como chegou lá, em um corpo que não é o dela. Enquanto isso, um homem é assassinado a sangue frio em frente ao bar da cidade por um bando de foras da lei e seu filho precisa deixar a fazenda em busca de seu corpo, e justiça. Para isso vai contar com sua coragem e a ajuda de um caçador de recompensas beberrão e um reporter do Anel lunar que não gosta de dar muitas explicações. Como os destinos destas pessoas se cruzará é parte do mistério desta aventura em um planeta hinóspito onde lagartos são os animais de montaria em meio as areias vermelhas e mortais.

Marketing_Forward · Fiksi ilmiah
Peringkat tidak cukup
2 Chs

Luta, Fuga ou Congelamento: A História da Curandeira

``` Você já se perguntou como seria acordar em um corpo que não é seu? Um corpo muito, muito mais jovem? Eu não posso dizer que já tinha pensado muito sobre isso. Isso foi até uma noite em que um paciente entrou no departamento de emergência onde eu estava trabalhando e me deu um tiro à queima-roupa na cabeça. Sabe, se ele queria uma segunda opinião, era só pedir. Mas isso é o de menos... De alguma forma, de algum jeito, acordei num hospital estranho com uma mulher que parecia suspeitosamente com minha mãe segurando minha mão e chorando. Super feliz em vê-la, me levou alguns minutos para perceber que eu não era mais a doutora bem-sucedida de 25 anos em um dos hospitais mais prestigiados do mundo. Não, eu era uma menina de 6 anos que por um momento... queria sua mãe. Quando o apocalipse chega, cada um por si. Eu tenho três escolhas: lutar pelo que quero? Fugir e me esconder, ou ficar paralisada quando os demônios do meu passado voltarem para me assombrar? Você pode me conhecer como A Curandeira, mas esta é a minha história para contar. ------ Lutar, Fugir ou Paralisar é o segundo romance da série Renascimento no Apocalipse, desta vez apresentando A Curandeira: Wang Tian Mu e seus homens. Você não precisará ler o primeiro para entender este, e ela não vai ficar criança o tempo todo. Li Dai Lu e seus caras vão aparecer ocasionalmente, mas esta é estritamente a história de Wang Tian Mu! Espero que você curta! Outros Romances: Renascimento no Apocalipse: Terceira Vez é um Charme (Concluído) Naves da Estrela (Concluído) Dançando com Monstros (Em Andamento) Silenciosa como um Rato (Em Andamento) Me encontre no Discord: devilbesideyou666 (@Sakura#6289) ```

Devilbesideyou666 · Fiksi ilmiah
Peringkat tidak cukup
372 Chs

Esposa! Quem é você?

-O que você faria se pudesse confirmar a teoria do multiverso? Qin Li Fei e Shi HuAi são famosas cientistas e foram convidadas a participar da Bienal de Ciência e Tecnologia de Pequim, em comemoração ao seu centésimo aniversário cinco cientistas foram convidados a desvendar a teoria do multiverso, esse concurso traria uma fortuna e elevaria o ganhador à um patamar inalcançável no mundo científico, Quin Li Fei estava confiante e feliz, Shi HuAi não compartilhava o mesmo sentimento e desta vez ela estava disposta a tudo para não perder para Quin Li Fei novamente e como seu ódio e inveja por Quin Li Fei sempre foi extremo Shi HuAi pediu para seu namorado Mo Liu Kai roubar e matar Quin Li Fei, Mo Liu Kai também era o noivo e grande amor de Qin Li Fei que ao descobrir a traição de todos a sua volta incluindo seu pai picareta, promete se vingar e destruir todos eles, ela só não contava que ao executar seu plano seria teletransportada para a Terra duzentos e quarenta e três, confusa e traumatizada Quin Li Fei não sabia em quem confiar ao se deparar com este planeta Terra tão igual e tão diferente do seu planeta, com pessoas conhecidas e familiares iguais aos seus, mas com personalidades diferentes, quase opostas, seu pai Quin Dong Zhi ainda é o mesmo, porém não mais o inútil e interesseiro homem falido, agora ele é o presidente da G.W Ciência e Tecnologia, seu tio Quin Dong Mo não era mais o presidente do concelho de ciência e tecnologia do governo de Pequim e sim o vice presidente da G.W, e sua adorada mãe Li Song Yi ainda estava viva, mas o que mais a chocou foi que Shi HuAi agora era sua prima carregando o sobrenome Quin e Mo Liu Kai era o mais jovem e bem conceituado presidente do concelho de ciência e tecnologia do governo de Pequim! Por fim a Quin Li Fei desde mundo e a Quin HuAi não eram ninguém mais, além das prestigiadas filhas da familia Quin da G.W, embora sua família fosse harmoniosa e bem sucedida nesta terra, Quin Li Fei descobriu que as coisas não eram tão simples e perfeitas como pareciam ser na superfície. Traição? Inveja? Inimizade? Existiam em todos os lugares, Quin Li Fei pode experimentar isso ao ser jogada em um caus novamente quando foi drogada e passou a noite com Mo Liu Kai, a pessoa que ela mais odiava em seu coração, e as coisas só pioraram quando teve que se casar com ele por causa de uma única noite. -Mo Liu Kai, depois de tudo você ainda teve minha primeira vez! Eu te odeio! Quin Li Fei não pode deixa de gritar ao acordar e se deparar com aquele homem a olhando também em confusão, seus gritos de frustração só aumentavam quando uma ideia maluca passou por sua mente." E se isso for apenas um sonho? Certo eu bati minha cabeça e estou em coma por vários dias vivendo um sonho! " com este pensamento ela se enrolou na fina manta que cobria seu corpo perfeito e correu para fora da casa, ainda mais confuso Mo Liu Kai começou a se vestir enquanto olhava para o jardim pela janela do seu quarto a procura de Quin Li Fei, seu coração pulou uma batida ao ver que ela corria para o penhasco. -Porcaria! o que ela quer fazer? ele gritou e saiu correndo atrás dela enquanto ainda terminava de se vestir, Mo Liu Kai conseguiu alcança-la em poucos passos e a puxou pelo braço. -Você está louca? Quer se matar? Ele perguntou chocado e irritado. -Me larga estou em um sonho, não! Um pesadelo! Como pude fazer isso? Como pude... Com você! Ele sentiu uma mistura de raiva, pena e compaixão afinal ela era uma garota virgem e agora talvez não poderia se casar com outro homem, Mo Liu Kai se sentiu estranho ao pensar em Quin Li Fei nos braços de outro homem, então sem pensar afirmou. - Não se preocupe vou assumir a responsabilidade por você... Por fim Quin Li Fei se viu cada vez mais presa nas pessoas daquele mundo, e cada dia menos pensava em retornar para seu mundo, mas haviam questões que a incomodava o tempo todo. Quem eram seus verdadeiros inimigos? Onde estava a Quin Li Fei daquele mundo? Ela poderia retornar?

Jhanna_Mathew · Fiksi ilmiah
4.8
14 Chs

Star Wars: Inquisidora

Capa feita por @Killius_Catrence Lay-la Kapter, ex-jedi. Uma beleza estonteante, um olhar tão frio quanto seu coração, pois nada além do ódio reside, após a queda dos jedi, ela foi capturada e trazida para o lado sombrio através de tortura e manipulação, tornou se então uma inquisidora e passou longos anos caçando os traidores jedi como a escória que eram, sua única companhia na solidão do seu sofrimento era a força, seu único consolo eram as vidas traidoras que havia ceifado, a mulher que ela uma vez fora estava morta. Lay-la agora era a décima terceira irmã, assassina de jedi. A verdade é que ela nunca foi uma deles, não depois de ter seu coração partido, Dolsyn Roy, é o nome do jovem padawan que o partiu em pedaços, ambos eram inseparáveis, eles haviam construído seus sabres juntos, treinaram lado a lado, e mesmo assim a jovem Lay-la foi rejeitada. O rapaz dos olhos claros era fiel ao código jedi e por tanto jamais poderia retribuir os sentimentos da garota, dês daquele dia ela jamais foi a mesma, apesar de ser considerada uma excelente padawan, ela jamais fora uma jedi, o ódio em seu coração jamais a permitiria. Após o expurgo, os dois se separaram e nunca mais se viram, sabendo que o outro provavelmente havia morrido, a única diferença era que o coração de Dolsyn se enchia de tristeza ao pensar nisso, já o dela era indiferente ao fato, e no fundo até mesmo esperava que Dolsyn tivesse sofrido muito antes de seu fim. Porém a força parecia ter outros planos para os dois, na busca por um jedi escondido em Bogano, Lay-la, sentiu a presença de Dolsyn. Aquele verme ainda estava vivo!

Carl_Saints · Fiksi ilmiah
Peringkat tidak cukup
2 Chs

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