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Capitulo 48 - Novo alfabeto

As horas passaram rapidamente, e logo o trem começou a desacelerar. Dante abriu os olhos, sentindo o familiar solavanco quando o expresso parou na plataforma de Hogsmeade. Alunos começaram a sair das cabines, se reunindo em pequenos grupos, rindo e conversando animadamente. Ele, por outro lado, se levantou sozinho, pegando sua bagagem sem fazer contato visual com ninguém.

Ao descer na plataforma, Dante sentiu o ar frio o envolver. Ele logo viu Hagrid chamando os alunos para irem pelas carruagens, ao se aproximar da carruagem, Dante parou por um momento, seus olhos fixando-se em uma criatura que flutuava serenamente à frente dela: um testrálio. Ele tinha lido sobre essas criaturas em seus livros, mas vê-las ao vivo era uma experiência completamente diferente. O corpo esquelético, a pele preta reluzente, e os olhos grandes e sem vida dos testrálios o encaravam de forma perturbadora. Dante sabia que só quem havia testemunhado a morte podia vê-los. Era um sombrio lembrete de tudo que ele passou.

Ele hesitou por um instante, enquanto os outros alunos subiam nas carruagens sem nem perceber a presença das criaturas que as puxavam. Para eles, era como se os testrálios nem estivessem ali. A maioria dos alunos não conseguia vê-los, algo que Dante não pôde evitar de invejar por um breve momento. Mas, ao contrário do que ele esperava, ele não sentiu medo. Havia algo nos testrálios que o fascinava — eram como ele, sobreviventes da escuridão, invisíveis para aqueles que nunca enfrentaram a morte de perto.

Com um suspiro, ele entrou na carruagem e se acomodou, observando em silêncio enquanto a criatura começava a caminhar, puxando-o em direção ao castelo. O balanço suave da carruagem deveria ser reconfortante, mas os pensamentos de Dante estavam longe de qualquer sensação de paz. Ele não podia evitar de se perder em suas memórias — o orfanato, os gritos, as luzes escuras da noite em que tudo mudou. Seus punhos se cerraram levemente, e ele respirou fundo, tentando manter o controle.

O caminho até Hogwarts parecia mais longo do que de costume. O castelo finalmente apareceu à distância, com suas torres imponentes iluminadas contra o céu que já começava a escurecer. Dante sabia que, para muitos, Hogwarts representava segurança, um lugar onde eles podiam crescer e aprender sem medo. Mas, para ele, a escola não era um refúgio. Era apenas mais uma etapa de seu treinamento, mais uma ferramenta que ele usaria para alcançar seus objetivos.

Quando as carruagens finalmente pararam em frente à entrada principal, Dante desceu em silêncio, observando os outros alunos ao seu redor. Eles estavam tão cheios de vida, conversando animadamente, fazendo planos para o futuro. Ele, por outro lado, sentia-se cada vez mais distante daquele mundo.

Dante entrou no castelo, deixando que o som dos passos ecoando pelos corredores de pedra fria o guiasse. O Grande Salão estava iluminado e barulhento, repleto de risadas e conversas enquanto os alunos se reuniam para a festa de boas-vindas. Ele parou por um momento na entrada, observando a cena com uma sensação de desconexão. Aquilo não era para ele. Ele não precisava de festas ou de risadas — precisava de poder, de controle, de vingança.

Sem dizer uma palavra, Dante se afastou do Grande Salão e seguiu pelos corredores escuros em direção à masmorra da Sonserina. Quanto mais ele se afastava do calor e da luz da festa, mais à vontade ele se sentia. O silêncio sombrio das masmorras o acolheu como um velho amigo, e ele caminhou calmamente até a sala comunal da Sonserina.

A sala comunal estava praticamente vazia, exceto por alguns poucos alunos espalhados em cadeiras e sofás, estudando ou conversando em voz baixa. Dante subiu direto para o dormitório, largando sua bagagem ao lado da cama. Ele tirou o livro sobre runas de dentro de sua mala e começou a folheá-lo, tentando focar sua mente em algo que não fossem as lembranças que o atormentavam.

Estava na hora de por em pratica a criação de algumas runas misturando o conceito de criar uma linguagem de programação para fazer algumas runas, primeiramente ele precisava desenhar as runas e as linguagens que apenas ele iria entender e para isso precisava criar algo único, algo que só ele fosse capaz de entender — um alfabeto, uma linguagem que misturasse os princípios das runas antigas com a lógica da programação. Algo impenetrável, uma chave para poder absoluto.

Ele pegou um pedaço de pergaminho em branco e uma pena. Os primeiros traços foram desenhados com precisão e cuidado. Seu novo alfabeto precisava ser fluido, mas ao mesmo tempo, carregado de significados ocultos. Ele se inspirou nas formas do alfabeto inglês, mas queria criar algo mais complexo, com símbolos que pudessem ser combinados de maneira a formar feitiços únicos e ao mesmo tempo ser possível de cravar feitiços e intensões ao fazer as runas e para isso a melhor maneira de criar runas após todos os estudos que ele fez sobre runas a ideia era literalmente por a vontade e a magia usada na runa para executar ela da melhor maneira possível só que com as linguagens atuais e as runas atuais era impossível criar runas de ataque com magnitudes muito grandes e para isso a logica de programação era perfeita pois em um curto espaço ele poderia criar condições e implementar elas em runas mas para isso ele precisava criar o seu próprio alfabeto e assim começou Dante a cria-los, ele tinha uma ideia de que o mundo era como se fosse um grande sistema de computador onde Deus era o programador geral com controle de tudo ele iria implementar essa ideia nas runas.

Assim ele começou usando o alfabeto como exemplo:

A = 𐌰 - Representado por um triângulo invertido com uma linha horizontal cortando-o no meio, simbolizando uma base sólida e um ponto inicial.

B = 𐍈 - Uma linha curva que se entrelaça em dois círculos pequenos, refletindo dualidade e equilíbrio.

C = 𐌂 - Um meio-círculo aberto à esquerda, simbolizando fluxo e recepção.

D = 𐌃 - Um semicírculo inclinado com uma linha reta na base, evocando firmeza e estrutura.

E = 𐌄 - Três linhas horizontais paralelas conectadas por uma vertical, representando estabilidade e crescimento em camadas.

F = 𐌅 - Uma linha reta com uma curva ascendente na extremidade inferior, representando flexibilidade e adaptação.

G = 𐌲 - Um círculo com uma linha reta descendo do lado direito, simbolizando completude e foco direcionado.

H = 𐌷 - Duas linhas verticais com uma linha diagonal conectando-as, evocando união e ponte entre dois lados.

I = 𐌉 - Uma linha vertical simples com um ponto acima, sugerindo singularidade e ascensão.

J = 𐌊 - Uma linha curva em formato de gancho voltada para a direita, simbolizando captura e ligação.

K = 𐌋 - Duas linhas inclinadas se cruzando em um ângulo agudo, representando escolha e caminhos divergentes.

L = 𐌌 - Uma linha vertical com uma linha curta horizontal à base, sugerindo suporte e fundação.

M = 𐌑 - Três linhas verticais curvadas como ondas, evocando fluidez e multiplicidade.

N = 𐌕 - Duas linhas diagonais que se encontram no topo, sugerindo ascensão e convergência.

O = 𐍉 - Um círculo completo, representando continuidade e totalidade.

P = 𐍀 - Uma linha vertical com um semicírculo na parte superior, simbolizando crescimento a partir de uma base.

Q = 𐍁 - Um círculo com uma linha inclinada cortando-o na parte inferior, sugerindo um ciclo interrompido ou um novo começo.

R = 𐍂 - Uma linha vertical com uma curva fechada à direita, representando resiliência e retorno.

S = 𐍃 - Uma linha ondulada em forma de serpente, simbolizando movimento e transformação.

T = 𐍄 - Uma linha horizontal sobre uma linha vertical, evocando suporte e equilíbrio.

U = 𐌞 - Um semicírculo com as pontas voltadas para cima, sugerindo receptividade e contenção.

V = 𐌡 - Um V invertido, simbolizando abertura e divergência.

W = 𐍅 - Duas linhas inclinadas formando um M, representando repetição e eco.

X = 𐌗 - Duas linhas diagonais que se cruzam, sugerindo intersecção e conflito.

Y = 𐌘 - Uma linha vertical bifurcada no topo, simbolizando escolha e direção.

Z = 𐌚 - Uma linha inclinada com uma curva sutil no meio, evocando agilidade e flexibilidade.

Dante encarava o alfabeto recém-criado, seus dedos deslizando pela superfície do pergaminho, onde cada símbolo tinha sido cuidadosamente desenhado. Ele estava ansioso para testar a eficácia de sua invenção. Mas ele sabia, no fundo, que não seria tão simples. A magia, especialmente quando misturada com lógica e conceitos tão abstratos quanto uma linguagem de programação, não se curvava facilmente à vontade do bruxo.

Ele decidiu que o primeiro teste seria criar uma runa que emitisse luz — uma luz forte e constante, quase como um poste de luz que poderia ser ativado e desativado por vontade própria. No entanto, ele não queria apenas copiar o feitiço Lumos. Ele desejava algo mais complexo, mais eficiente e, claro, exclusivo. Essa seria a primeira demonstração de como seu novo alfabeto poderia superar os limites das runas convencionais.

A Construção da Runa de Luz

Dante começou a formular a palavra luz usando seu alfabeto. A ideia era combinar as letras L, U, e Z do seu novo alfabeto, cujos símbolos eram:

L = 𐌌 - Representando suporte e fundação.U = 𐌞 - Representando receptividade e contenção.Z = 𐌚 - Evocando agilidade e flexibilidade.

A princípio, parecia simples. Ele poderia juntar os símbolos, canalizar sua magia, e esperar que a luz surgisse. Mas ele sabia que não era assim que a magia funcionava, pelo menos não a que ele estava tentando criar. Ele não estava apenas invocando luz, estava tentando fundir lógica com magia — algo que jamais havia sido feito. As runas comuns eram simples representações de ideias mágicas, mas ele estava tentando criar uma linguagem de comandos, onde cada letra do alfabeto representava uma função dentro de um sistema.

A lógica por trás do sistema que Dante tentava criar era baseada em estruturas de programação, algo que ele havia estudado brevemente em livros trouxas. A ideia de condicionalidade, loops e variáveis era fascinante, e ele imaginava que, se pudesse aplicar essas ideias ao seu novo alfabeto, poderia programar uma runa para fazer exatamente o que quisesse. Mas isso exigia mais do que apenas combinar letras; exigia a criação de funções mágicas específicas para cada runa.

Ele pensou nos parâmetros necessários para a runa de luz funcionar como ele queria:

Ativação – A runa precisaria ser ativada por algum gatilho específico, talvez um toque de varinha ou um comando mental.Duração – A luz precisaria durar um tempo determinado ou até ser desativada por uma segunda ação.Intensidade – Ele deveria ser capaz de controlar o brilho da luz, de fraco a intenso.Direção – A luz deveria irradiar para frente, como um farol.

Esses eram os conceitos que ele precisava integrar à sua runa, mas como traduzir isso para sua nova linguagem?

Ele decidiu aplicar a seguinte lógica:

A letra L (𐌌) representaria a base do feitiço, o suporte fundamental, ou seja, a "ativação" da runa.A letra U (𐌞), que representava receptividade, seria usada para definir a "contenção" da magia — a duração da luz.A letra Z (𐌚), que representava agilidade, controlaria a intensidade e direção da luz, permitindo que ela se movesse e ajustasse conforme necessário.

No entanto, ele sabia que só juntar essas letras não seria suficiente. Ele precisaria dar instruções específicas para cada uma delas, quase como se estivesse escrevendo um código.

Ele então começou a escrever no pergaminho, mas dessa vez não apenas desenhando os símbolos, e sim criando uma estrutura de comandos:

𐌉𐌅 (𐌌) 𐍄𐌷𐌄𐌕 {

 𐌌𐌉𐌲𐌷𐍄 = 𐍄𐍂𐌞𐌄;

 𐌉𐌕𐍄𐌄𐌕𐍃𐌉𐍄𐌘 = 𐌑𐌄𐌃𐌉𐌞𐌑;

 𐌃𐌞𐍂𐌰𐍄𐌉𐍉𐌕 = 10 𐌑𐌉𐌕;

 𐌃𐌉𐍂𐌄𐌂𐍄𐌉𐍉𐌕 = 𐌅𐍉𐍂𐍅𐌰𐍂𐌃;

}

Dante respirou fundo e, com sua varinha em mãos, tocou o pergaminho onde havia escrito os comandos, junto com os símbolos que formavam a palavra LUZ. A magia fluiu através dele, e por um breve momento, o pergaminho brilhou com um leve brilho azulado. No entanto, o brilho desapareceu em um instante. Não houve luz constante, nenhuma sensação de sucesso.

Frustrado, ele sentiu o gosto amargo da falha. Algo havia dado errado, mas o quê?

Ele se levantou da cama e começou a andar pelo dormitório, analisando cada etapa do processo. A programação parecia correta, mas algo na magia parecia interferir. A lógica, no papel, fazia sentido, mas a magia não seguia as mesmas regras exatas de um sistema binário. Ela era fluida, viva, imprevisível. Ela respondia à emoção, à vontade, e não a meras instruções racionais.

Dante retornou ao pergaminho, tentando outra abordagem. Talvez o problema estivesse em como ele estava interpretando os símbolos, ou talvez a sequência dos comandos precisasse de ajustes. Ele decidiu adicionar mais detalhes à lógica, aumentando as especificações:

𐌉𐌅 (𐌌) 𐌰𐌕𐌃 (𐌞) 𐍄𐌷𐌄𐌕 {

 𐌌𐌉𐌲𐌷𐍄 = 𐍄𐍂𐌞𐌄;

 𐌉𐌕𐍄𐌄𐌕𐍃𐌉𐍄𐌘 = 𐌡𐌰𐍂𐌉𐌰𐍈𐌌𐌄;

 𐌃𐌞𐍂𐌰𐍄𐌉𐍉𐌕 = 𐌞𐌕𐍄𐌉𐌌 𐌂𐌰𐌕𐌂𐌄𐌌𐌌𐌄𐌃;

 𐌃𐌉𐍂𐌄𐌂𐍄𐌉𐍉𐌕 = 360 𐌃𐌄𐌲𐍂𐌄𐌄𐍃;

}

Dessa vez, ele tentou adicionar mais flexibilidade à runa, deixando a intensidade da luz como variável e a duração indefinida até ser cancelada. Ele tocou o pergaminho mais uma vez, canalizando sua magia. Para sua surpresa, o brilho retornou, mas ainda não era o que ele esperava. A luz piscava, instável, como se estivesse tentando se manifestar, mas não tivesse poder suficiente para manter-se ativa.

Dante sentiu uma onda de frustração passar por ele. Ele sabia que estava no caminho certo, mas a execução ainda não era perfeita. A magia, como sempre, resistia a ser contida em regras e padrões exatos. Talvez ele estivesse tentando forçar demais a combinação de lógica com magia sem considerar as nuances da vontade e da intenção.

"Não é tão simples quanto parece", murmurou para si mesmo.

Ele voltou à ideia original de runas. Talvez ele estivesse esquecendo a essência da magia, a necessidade de infundir intenção genuína em cada símbolo. Ele estava muito preso à ideia de controlar tudo como um programador, mas a magia não funcionava como um código estático.

Dante então fechou os olhos, respirou profundamente e tentou algo diferente. Ele redesenhou os símbolos, mas dessa vez, ao invés de tentar controlá-los rigidamente, ele se concentrou em infundir a intenção por trás de cada um. Ao desenhar o L (𐌌), ele focou na ativação da luz. Ao desenhar o U (𐌞), ele se concentrou na ideia de contenção, na duração. E, finalmente, ao desenhar o Z (𐌚), ele infundiu a ideia de flexibilidade e ajuste na intensidade da luz.

Com isso, ele tentou mais uma vez. Sua varinha tocou o pergaminho, e a magia fluiu através dele, dessa vez de forma mais natural, sem a necessidade de controlar cada detalhe. Uma esfera de luz suave se formou no ar mas logo sumiu.

Dante observou a esfera de luz desaparecer, sentindo uma mistura de frustração e realização. Era um avanço, mesmo que ainda houvesse muito a melhorar. Ele sabia que a magia e a lógica eram um campo minado, onde o controle absoluto era uma ilusão. A criação de runas era um processo interminável de tentativa e erro, de refinamento e adaptação.

Olhando a hora se passar rapidamente ele logo guardou suas coisas e queimou o seu alfabeto pois ele já havia decorado ele, assim sendo apenas ele iria saber o significado das runas e os símbolos com as cinzas ele as guardou e mais tarde iria joga-las separadamente no lago só por precaução, tendo feito isso ele foi em direção ao salão principal para o jantar.

Dante caminhou pelos corredores em direção ao Grande Salão, onde a atmosfera estava vibrante com o som de conversas e risadas dos alunos. A movimentação típica das refeições envolvia-o, o aroma dos pratos misturando-se com o burburinho animado dos colegas. Ele se acomodou na mesa da Sonserina, afastado do centro das atenções, com seu olhar perdido no prato à sua frente.

Algo no jantar daquela noite parecia diferente. Dante percebeu os olhares discretos de Dumbledore, Minerva e Snape dirigidos a ele. A sensação de que eles talvez já soubessem sobre o incidente no orfanato o inquietou por um momento, mas ele tentou não dar importância. Continuou a comer, mantendo-se alheio ao ambiente ao seu redor.

Após a refeição, decidiu ir para fora do castelo. A noite estava silenciosa e fria, e ele se dirigiu discretamente para o lago. Seus passos eram firmes e silenciosos, e a lua brilhava sobre a superfície da água, criando um cenário tranquilo e sereno.

Dante retirou as cinzas do alfabeto de um pequeno saco e começou a espalhá-las cuidadosamente ao longo da margem do lago. Ele se certificou de dispersar as cinzas de forma meticulosa, garantindo que nenhuma parte do alfabeto restasse intacta. Com o brilho da lua refletindo na água, ele espalhou as cinzas por toda a extensão do lago, para que seu trabalho não pudesse ser rastreado nem decifrado.

Ao terminar, ele se afastou lentamente, observando o lago sob a luz da lua, e sentiu um leve alívio. As medidas que havia tomado garantiam a segurança de seu trabalho, e ele estava um passo mais próximo de alcançar seus objetivos. Com um último olhar para o lago, Dante retornou ao castelo, seus pensamentos já pensando em como melhorar e finalizar a nova runa criada.

Pessoal demorei um pouco para finalizar esse capitulo pois tive que fazer um codigo aqui para transcrever a linguagem que eu fazia para funcionar com o novo alfabeto eu n ia aprender o novo alfabeto para poder criar a linguagem então eu fiz o codigo normalmente com caracteres do nosso alfabeto e dps usei um script que eu fiz para transcrever no novo alfabeto mais ta ai o capitulo vlw flw

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